Consultas, plantões, cooperativa e procedimentos: eu organizo cada fonte de receita e ajusto seu enquadramento para você pagar o mínimo legal, com relatórios que você realmente entende.
Renda de fontes diferentes, retenções diferentes, prazos diferentes. Nada disso é falta de organização sua — é falta de um contador que já viu esse cenário de perto.
Não existe resposta padrão para "melhor regime para médico" — existe a melhor resposta para o seu faturamento e sua forma de atender.
Com fator R acima de 28%, costuma ser a opção mais econômica enquanto o faturamento não passa do teto do Simples.
Faz mais sentido para quem já superou o teto do Simples ou tem fator R baixo, com estrutura de custos que justifique o formato.
A divisão entre sócios muda o cálculo do fator R e pode mudar qual enquadramento é mais vantajoso para todos.
Ela abriu meu PJ e organizou minha rotina fiscal em poucas semanas. Nunca vi um contador tão presente.Dr. Rafael Andrade
Depende do faturamento e do fator R. Acima de 28% de fator R, o Simples no Anexo III costuma ser mais vantajoso até certo teto. Acima do teto ou com fator R baixo, o Lucro Presumido pode compensar mais.
Não complica, mas exige separar as duas fontes corretamente: o repasse da cooperativa já vem com retenções específicas, e a receita particular precisa de nota fiscal própria.
São rendas com tratamentos diferentes: a CLT já tem retenção na fonte, e a receita PJ passa pela contabilidade da empresa. As duas aparecem juntas na sua declaração de ajuste anual.
Sim, a contribuição sobre o pró-labore tem um teto, e pagar acima dele não aumenta o benefício futuro. Ajustar isso sem descuidar do fator R faz parte do planejamento.
Sim. A divisão de receitas e pró-labore entre os sócios altera o cálculo do fator R e pode mudar qual enquadramento é mais vantajoso.
Sem compromisso. Você recebe um raio-x da sua situação atual e um plano com o enquadramento ideal para o seu momento.
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